PARA AQUELE QUE GOSTA DE ABRAÇAR....
PARA AQUELE QUE GOSTA DE SER ABRAÇADO...
PARA VOCÊ...
A TECNOLOGIA DO ABRAÇO POR UM MATUTO MINEIRO!
O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...
- É... Das invenção dos homens, a que mais tem sentido é o abraço.
o abraço não tem jeito de um só aproveitar! Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beradinha....
Quando você tá danado de saudade, o abraço de alguém te alivia...
Quando você tá com muita raiva, vem um, te abraça e você fica até sem graça de continuar com raiva....
Se você tá feliz e abraça alguém, esse alguém pega um pouquinho da sua alegria...
Se alguém tá doente, quando você abraça ele, ele começa a melhorar, e você melhora junto também....
Muita gente importante já tentou dar um jeito de saber por que que é que o abraço tem tanta tecnologia...
Mas eu sei!
O abraço é bom por causa do coração...
Quando você abraça alguém, faz massagem no coração!...
O coração do outro é massageado também! Mas não é só isso, não....
Aqui tá a chave do maior segredo de tudo:
É que, quando abraçamos alguém, nós ficamos com dois corações no peito!...
intonce...
Um abraçu prô cê!!!
"O destino decide quem entra em nossas vidas...
As atitudes decidem quem permanece."
Sejam bem vindos ao meu bloguito !!!!!
Adorei sua vizita , volte sempre...beijos
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Apego
Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora... A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou incapaz de recuperá-lo. O homem tranquilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou: "Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?"
O homem prontamente respondeu: "De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato..."
O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Como o homem da história, nós temos que aprender a desprender. Alguma força decidiu que era hora daquele homem perder seu sapato. Talvez isto tenha acontecido para iniciar uma série de outros acontecimentos bem melhores para o homem do que aquele par de sapatos. Talvez a procura por outro par de sapatos tenha levado o homem a um grande benfeitor. Talvez uma nova e forte amizade com o rapaz no ônibus. Talvez aquele rapaz precisasse presenciar aquele acontecimento para adotar uma ação semelhante. Talvez a pessoa que encontrou os sapatos tenha, a partir daí, a única forma de proteger os pés.
Seja qual for a razão, não podemos evitar de perder coisas. O homem sabia disto. Um de seus sapatos tinha saído de seu alcance. O sapato restante não mais lhe ajudaria, mas seria um ótimo presente para uma pessoa desabrigada, precisando desesperadamente de proteção do chão.
Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com os outros.
Autor desconhecido
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou: "Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?"
O homem prontamente respondeu: "De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato..."
O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Como o homem da história, nós temos que aprender a desprender. Alguma força decidiu que era hora daquele homem perder seu sapato. Talvez isto tenha acontecido para iniciar uma série de outros acontecimentos bem melhores para o homem do que aquele par de sapatos. Talvez a procura por outro par de sapatos tenha levado o homem a um grande benfeitor. Talvez uma nova e forte amizade com o rapaz no ônibus. Talvez aquele rapaz precisasse presenciar aquele acontecimento para adotar uma ação semelhante. Talvez a pessoa que encontrou os sapatos tenha, a partir daí, a única forma de proteger os pés.
Seja qual for a razão, não podemos evitar de perder coisas. O homem sabia disto. Um de seus sapatos tinha saído de seu alcance. O sapato restante não mais lhe ajudaria, mas seria um ótimo presente para uma pessoa desabrigada, precisando desesperadamente de proteção do chão.
Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com os outros.
Autor desconhecido
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
filhosss
ORDEM DE NASCIMENTO DOS FILHOS...
O 1º filho é de vidro...
O 2º é de borracha...
O 3º é de aço.
PLANEJAMENTO
O 1º filho é (em geral) desejado
O 2º é planejado
O 3º é escorregado...
A ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS
1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º - O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem ideia das circunstâncias em que chegaram à família
O que vestir
1º bebê - Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê - Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê - As roupas para grávidas são suas roupas normais, pq vc já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.
Preparação para o nascimento
1º bebê - Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê - Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê - Você pede para tomar a peridural no 8º mês pq se lembra que dói demais.
O guarda-roupas
1º bebê - Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê - Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê - Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai!
Preocupações
1º bebê - Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê - Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê - Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das criança.
A chupeta
1º bebê - Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê - Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê - Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, off course!)
Troca de fraldas
1º bebê - Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê - Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê - Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.
Banho
1º bebê - A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê - A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê - É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.
Atividades
1º bebê - Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc...
2º bebê - Você leva seu filho para a escola e olhe lá...
3º bebê - Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol...
Saídas
1º bebê - A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança pq na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê - Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê - Você manda a empregada ligar só se ver sangue.
Em casa
1º bebê - Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê - Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando,batendo ou brincando de superman com o bebê, amarrando uma sacola do carrefour no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê - Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.
Engolindo moedas
1º bebê - Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê - Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê - Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele
O 1º filho é de vidro...
O 2º é de borracha...
O 3º é de aço.
PLANEJAMENTO
O 1º filho é (em geral) desejado
O 2º é planejado
O 3º é escorregado...
A ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS
1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º - O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem ideia das circunstâncias em que chegaram à família
O que vestir
1º bebê - Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê - Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê - As roupas para grávidas são suas roupas normais, pq vc já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.
Preparação para o nascimento
1º bebê - Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê - Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê - Você pede para tomar a peridural no 8º mês pq se lembra que dói demais.
O guarda-roupas
1º bebê - Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê - Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê - Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai!
Preocupações
1º bebê - Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê - Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê - Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das criança.
A chupeta
1º bebê - Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê - Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê - Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, off course!)
Troca de fraldas
1º bebê - Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê - Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê - Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.
Banho
1º bebê - A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê - A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê - É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.
Atividades
1º bebê - Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc...
2º bebê - Você leva seu filho para a escola e olhe lá...
3º bebê - Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol...
Saídas
1º bebê - A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança pq na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê - Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê - Você manda a empregada ligar só se ver sangue.
Em casa
1º bebê - Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê - Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando,batendo ou brincando de superman com o bebê, amarrando uma sacola do carrefour no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê - Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.
Engolindo moedas
1º bebê - Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê - Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê - Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Receita para Ser Feliz
Beatriz queria uma receita para ser feliz. Perguntou a mãe, que era uma pessoa muito alegre e divertida. A receita veio a jato:
- Anota aí.
- O quê, mamãe?
- A receita, uai.
Lápis e papel na mão, Beatriz escrevia enquanto a mãe ditava:
Ingredientes
2 ou 3 moleques sapecas
1 maridão carinhoso e bonito, de preferência
1 casa cheirosa
amor à vontade
Modo de Fazer
Lave bem os moleques, esfregando com carinho e tempere com amor, paciência e uma pitada de peteleco, que é para eles não murcharem. Deixe-os à vontade, mas embaixo dos seus olhos, senão somem.
Pegue o marido e agrade bastante. Cuidado para não desandar.
Misture tudo na casa cheirosa e não precisa esperar crescer. Leve ao forno do coração em temperatura média que é para não queimar.
Beatriz riu muito da receita e ficou imaginando como seria a do seu Rui, o pai dela.
- A minha é ótima e muito prática. Receita de liquidificador. Quer saber?
- Diga, pai!
Ingredientes
1 bom filme da tevê
1 chinelão folgado
1 copo de suco gelado
Modo de Fazer
Misture tudo e saboreie com seus convidados.
Beatriz estranhou que a família não fosse um dos ingredientes na receita do seu Rui e logo faz a cobrança:
- Pai, e eu, a mamãe, o Ruizinho...
- Bobinha - disse-lhe o pai, vocês são os convidados!
Mas receita de verdade mesmo veio da D. Francisca, uma "santa" que trabalhava com a família há muitos anos.
- Chica, você sabe uma receita para ser feliz? perguntou Beatriz.
- Sei não, fia. Pra ser feliz precisa de receita? estranhou ela.
- Modo de dizer, Chica! retrucou.
- Olha aqui, Beatriz, quando eu preparo uma comida que você aprecia, também fico feliz. Então a minha receita é aquela Paçoca da Chica, que você gosta tanto.
- Sabe de cabeça, Chica?
- Igualzinho tá no livro. Decorei
Beatriz queria uma receita para ser feliz. Perguntou a mãe, que era uma pessoa muito alegre e divertida. A receita veio a jato:
- Anota aí.
- O quê, mamãe?
- A receita, uai.
Lápis e papel na mão, Beatriz escrevia enquanto a mãe ditava:
Ingredientes
2 ou 3 moleques sapecas
1 maridão carinhoso e bonito, de preferência
1 casa cheirosa
amor à vontade
Modo de Fazer
Lave bem os moleques, esfregando com carinho e tempere com amor, paciência e uma pitada de peteleco, que é para eles não murcharem. Deixe-os à vontade, mas embaixo dos seus olhos, senão somem.
Pegue o marido e agrade bastante. Cuidado para não desandar.
Misture tudo na casa cheirosa e não precisa esperar crescer. Leve ao forno do coração em temperatura média que é para não queimar.
Beatriz riu muito da receita e ficou imaginando como seria a do seu Rui, o pai dela.
- A minha é ótima e muito prática. Receita de liquidificador. Quer saber?
- Diga, pai!
Ingredientes
1 bom filme da tevê
1 chinelão folgado
1 copo de suco gelado
Modo de Fazer
Misture tudo e saboreie com seus convidados.
Beatriz estranhou que a família não fosse um dos ingredientes na receita do seu Rui e logo faz a cobrança:
- Pai, e eu, a mamãe, o Ruizinho...
- Bobinha - disse-lhe o pai, vocês são os convidados!
Mas receita de verdade mesmo veio da D. Francisca, uma "santa" que trabalhava com a família há muitos anos.
- Chica, você sabe uma receita para ser feliz? perguntou Beatriz.
- Sei não, fia. Pra ser feliz precisa de receita? estranhou ela.
- Modo de dizer, Chica! retrucou.
- Olha aqui, Beatriz, quando eu preparo uma comida que você aprecia, também fico feliz. Então a minha receita é aquela Paçoca da Chica, que você gosta tanto.
- Sabe de cabeça, Chica?
- Igualzinho tá no livro. Decorei
Ler e refletir
Não me importa o que você faz para sobreviver. Quero conhecer a sua dor e se você ousa sonhar para ir de encontro ao que seu coração anseia.
Não me interessa saber a sua idade. Quero saber se você arriscará parecer um tolo por amor, pelos seus sonhos e pela aventura de estar vivo.
Não me importa saber quais planetas estão alinhados com a sua Lua. Eu quero saber se você tocou o âmago do próprio sofrimento, se tem estado aberto para aprender com as traições da vida, ou tem se paralisado e fechado pelo medo de uma dor maior.
Quero saber se você consegue sentar-se com as dores, minhas ou suas, sem se preocupar em escondê-las, ou enfraquecê-las, ou tentar resolvê-las.
Eu quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se pode dançar com selvageria e deixar o êxtase preenchê-lo por inteiro, até as pontas dos seus dedos, das mãos e dos pés, sem advertir-se para ser cuidadoso ou realista, apenas para recordar as limitações de ser humano.
Não me interessa se a estória que você me conta é verdadeira. Quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro consigo mesmo, se pode suportar a acusação de traição e não trair a sua própria alma; se você pode ser infiel e, ainda assim, digno de confiança.
Eu quero saber se você pode enxergar a beleza, mesmo quando não esteja presente, todos os dias, e se você mesmo pode ser o manancial da sua presença, na própria vida.
Quero saber se você pode conviver com as falhas, suas e minhas, e ainda continuar de pé, à beira do lago, e gritar para a prateada Lua cheia... “Sim”!
Não me importa saber onde você vive ou quanto dinheiro tem. Eu quero saber se você pode se levantar, depois de uma noite de pesar e desespero, exausto e machucado até os ossos, e fazer o que tem de ser feito para alimentar as crianças.
Não me interessa quem você conhece ou como veio parar aqui. Eu quero saber se você estará ao meu lado no meio do fogo, sem recuar.
Não me importa saber onde, o que ou com quem você estudou. Eu quero saber o que sustenta o seu interior quando todo o resto desaba.
Quero saber se você consegue estar só, consigo mesmo, e se gosta, verdadeiramente, da sua própria companhia nesses momentos vazios. ”
Não me interessa saber a sua idade. Quero saber se você arriscará parecer um tolo por amor, pelos seus sonhos e pela aventura de estar vivo.
Não me importa saber quais planetas estão alinhados com a sua Lua. Eu quero saber se você tocou o âmago do próprio sofrimento, se tem estado aberto para aprender com as traições da vida, ou tem se paralisado e fechado pelo medo de uma dor maior.
Quero saber se você consegue sentar-se com as dores, minhas ou suas, sem se preocupar em escondê-las, ou enfraquecê-las, ou tentar resolvê-las.
Eu quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se pode dançar com selvageria e deixar o êxtase preenchê-lo por inteiro, até as pontas dos seus dedos, das mãos e dos pés, sem advertir-se para ser cuidadoso ou realista, apenas para recordar as limitações de ser humano.
Não me interessa se a estória que você me conta é verdadeira. Quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro consigo mesmo, se pode suportar a acusação de traição e não trair a sua própria alma; se você pode ser infiel e, ainda assim, digno de confiança.
Eu quero saber se você pode enxergar a beleza, mesmo quando não esteja presente, todos os dias, e se você mesmo pode ser o manancial da sua presença, na própria vida.
Quero saber se você pode conviver com as falhas, suas e minhas, e ainda continuar de pé, à beira do lago, e gritar para a prateada Lua cheia... “Sim”!
Não me importa saber onde você vive ou quanto dinheiro tem. Eu quero saber se você pode se levantar, depois de uma noite de pesar e desespero, exausto e machucado até os ossos, e fazer o que tem de ser feito para alimentar as crianças.
Não me interessa quem você conhece ou como veio parar aqui. Eu quero saber se você estará ao meu lado no meio do fogo, sem recuar.
Não me importa saber onde, o que ou com quem você estudou. Eu quero saber o que sustenta o seu interior quando todo o resto desaba.
Quero saber se você consegue estar só, consigo mesmo, e se gosta, verdadeiramente, da sua própria companhia nesses momentos vazios. ”
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Opinioes alheias
Se trazes a consciência tranquila, porque te impacientares tanto com as opiniões alheias, desfavoráveis?
Cada pessoa fala daquilo que conhece oferecendo o que seja ou o que tenha.
A suposição dos companheiros, a nosso respeito, nasce daquilo que eles estimariam ou estimam fazer.
Cada qual de nós está no centro das próprias experiências.
Os irmãos que nos cercam são livres para pensarem a nosso respeito, da mesma forma que somos livres para anotar-lhes o comportamento.
Ninguém consegue obrigar determinada pessoa a raciocinar com outro cérebro, a não ser aquele que lhe pertence.
Se um a pessoa se irrita contra nós sem razão, isso não é motivo para que venhamos a comprar uma rixa desnecessária.
Você está diante de uma pessoa encolerizada da mesma forma que você se encontra perante um doente: preste auxílio.
Toleremos os outros, para que os outros nos tolerem.
Hoje, alguém terá perdido a serenidade, à nossa frente; amanhã, possivelmente, seremos nós, em situação igual diante deles.
Emmanuel
(Do livro “Calma” – Chico Xavier)
Cada pessoa fala daquilo que conhece oferecendo o que seja ou o que tenha.
A suposição dos companheiros, a nosso respeito, nasce daquilo que eles estimariam ou estimam fazer.
Cada qual de nós está no centro das próprias experiências.
Os irmãos que nos cercam são livres para pensarem a nosso respeito, da mesma forma que somos livres para anotar-lhes o comportamento.
Ninguém consegue obrigar determinada pessoa a raciocinar com outro cérebro, a não ser aquele que lhe pertence.
Se um a pessoa se irrita contra nós sem razão, isso não é motivo para que venhamos a comprar uma rixa desnecessária.
Você está diante de uma pessoa encolerizada da mesma forma que você se encontra perante um doente: preste auxílio.
Toleremos os outros, para que os outros nos tolerem.
Hoje, alguém terá perdido a serenidade, à nossa frente; amanhã, possivelmente, seremos nós, em situação igual diante deles.
Emmanuel
(Do livro “Calma” – Chico Xavier)
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